Gildásio Penedo Filho empossado na presidência do TCM-BA

Gildásio Penedo afirma que “não se pode descambar para a tentativa de criminalização da atividade pública”

Com um discurso marcado pela manifestação de confiança no papel do sistema de controle para o combate à corrupção e aos desvios de recursos públicos, tomou posse como presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA), em sessão solene na quinta-feira (4), o conselheiro Gildásio Penedo Cavalcanti de Albuquerque Filho, que comandará a Mesa Diretora da Corte de Contas no biênio 2018-2019 ao lado dos conselheiros Marcus Vinicius de Barros Presídio (Vice-presidente) e Inaldo da Paixão Santos Araújo (Corregedor). A sessão, que contou com a presença do governador Rui Costa e de algumas das principais autoridades do Estado, foi aberta com a execução do Hino Nacional e, logo em seguida, os novos integrantes da Mesa Diretora foram empossados, seguindo-se o ritual do juramento e da leitura do termo de posse e compromisso.

Ao se despedir do cargo que ocupou durante dois biênios, o ex-presidente Inaldo da Paixão Santos Araújo, fez um pronunciamento muito breve, afirmando que o momento era do novo presidente, e limitou-se a entregar ao seu sucessor um conjunto de folhas em branco “para aquele que vai escrever a história desta Casa nos próximos dois anos como seu representante maior”, além de agradecer o apoio dos demais conselheiros, da sua família e dos servidores a sua gestão e desejar muita sorte e tudo de bom a Gildásio Penedo Filho. No seu pronunciamento, o novo presidente fez uma análise da situação nacional e ressaltou que, apesar da grave crise e das repetidas revelações de escândalos, “não se pode admitir qualquer tentativa de retrocesso institucional no País”. Após elogiar o trabalho desenvolvido pelo TCE/BA e ressaltar a capacidade do corpo técnico da Corte de Contas da Bahia, ele ainda salientou que o controle externo não é adversário da administração pública e defendeu o aprofundamento das ações proativas da rede de controle e dos órgãos de controle interno dos diversos órgãos da administração estadual, “centrada na ideia básica da prevenção, considerando que a ação puramente repressiva não se mostrou a mais efetiva e producente”.

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