Ausência de revendedores inviabilizou audiência sobre GLP e combustíveis

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O não comparecimento de nenhum dos revendedores de gás de cozinha e de combustíveis estabelecidos na cidade, esvaziou a audiência pública, marcada para terça-feira (20) na Câmara de Vereadores, com o propósito de discutir a oscilação de preços praticados dentro da própria cidade e, também, os valores maiores cobrados no varejo, em relação a outros municípios, muitos deles abastecidos através da base de distribuição da Petrobrás  que funciona em Jequié. O autor do requerimento propondo a audiência vereador Eliezer Pereira “Fiin”,  lamentou as ausências e sugeriu a existência de lideranças que não tem o interesse de discutir ou explicar o assunto. Os vereadores que fizeram uso da palavra foram unânimes em afirmar que os revendedores “fazem pouco caso de darem uma satisfação ao público consumidor”. O vereador Joaquim Caires (PMDB) sugeriu que fossem encaminhados pedidos de orientação à Agência Nacional do Petróleo-ANP, órgão que disciplina e fiscaliza o setor e também aos ministérios públicos, estadual e federal, pedindo explicações acerca dos direitos e deveres das empresas revendedoras com relação aos preços dos produtos no mercado. A ausência dos revendedores da cidade, foi considerada um boicote à proposta do legislativo municipal, que na opinião do presidente da Casa, vereador Ednael Almeida não tinha o propósito de criar constrangimentos ou expor publicamente esses empresários que segundo ele são pessoas conceituadas na comunidade, empreendedores que receberiam da Câmara o tratamento de respeito que são merecedores, sem que para isso fugisse a uma discussão que a população cobra explicações.  Também teceram críticas em relação aos preços praticados em Jequié pelos revendedores de gás (GLP) os vereadores Luiz Britto, João Cunha, José Simões, Deyvison Batista e José Wanderley.

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4 Comentários para “Ausência de revendedores inviabilizou audiência sobre GLP e combustíveis”

  1. Maria Eliane disse:

    Infelizmente a Cartelização não acontece, apenas, com o gás de cozinha. O abuso se estende, também, para os combustíveis. Penso que seria importante solicitar a presença da ANP na cidade, a fim de apurar as irregularidades.

  2. Reinaldo disse:

    Quem se beneficia com o aumento abusivo dos produtos do derivado do petrólio e o alcool é a prefeitura,quanto maior o preço,maior a arrecadação.Deixo uma pergunta neste meio de comunicação porque não vem para jequié o gas natural? por favor Wilson coloca este comentario,pois tenho dexado alguns e tem cido censurado não sei porque.

  3. fabiano disse:

    discordo de dona maria eliane quanto ao cartel se ampliar aos combustíveis…
    pelo menos nisso, jequié ainda tem uma ampla variação de preços… ainda que caros… mas se compararmos com a região, é oq se tem de melhor no que diz a questao de preços
    porém, é ridiculamente notorio e escandaloso ter que se pensar no que fazer sobre a questão do GLP…
    35, 36 reais?
    jitaúna, ipiaú, abastecem aqui e é mais barato!!
    pq?
    aumento?
    q aumento?
    na logística? sim, pq no abastecimento não é…
    e se é na logística, que milagres fazem esses comerciantes das cidades citadas?

    não há explicação senão cartel
    dos mais ordinários
    prova disso, não ter homem suficiente pra dar às caras nesta reunião!!
    n ter homem suficiente pra vestir as calças e ser chamado de edil membro desta casa legislativa
    pq se tivesse, algum manifesto junto ao ministério público já teria sido feito
    jequié, terra de qualquer um!!

  4. fabiano disse:

    só n entendi pq o comentário meu anterior não foi publicado ainda…

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