O Ministério Público Estadual fixou um prazo de 30 dias para que os proprietários de cerâmicas da cidade apresentem soluções práticas para os problemas que enfrentam. Um agravante é a localização das cerâmicas, em áreas de preservação ambiental, cuja questão
também vem sendo debatida, mas existem preocupações com a organização das empresas, qualidade dos produtos no cumprimento das exigências do Código de Defesa do Consumidor, entre outras. Estão sendo realizadas reuniões para debater esse tipo de atividade, envolvendo o Ministério Pública Estadual a Diretoria Municipal de Meio Ambiente e aproximadamente 40 proprietários de empresas desse ramo de atividade.
A avaliação feita é de que até pouco tempo atrás, 100% das cerâmicas (olarias) de Jequié utilizavam lenha nativa. Essa realidade, está sendo alterada a partir de ações dos poderes públicos. Na atualidade cerca de 80% desses empreendimentos já usam novas fontes de energia ambientalmente corretas. Os empresários do setor são estimulados a se organizarem cada vez mais para tornar seus negócios mais fortes consequentemente, mais competitivos no mercado.

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Enquanto o MP esta preocupado com as fabricas de ceramicas que cria emprego para a população a prefeitura da cidade está aloleia.
prezado wilson, gostaríamos da ajuda imprescindível da impressa, principalmente no sentido de levar até a sociedade que não mediremos esforços para impedir o desemprego. um abraço e obrigada pela nota.