As pessoas que trabalham no Conjunto Penal de Jequié e de certa forma a própria população do município, convivem no momento com uma situação de elevado risco, decorrência da insegurança que ronda o estabelecimento prisional. A informação está inserida em uma carta endereçada ao Jequié Repórter, por uma pessoa que se identifica na condição de agente penitenciário, mas que nos pediu sigilo do seu nome. Segundo ele, o presídio construído para custodiar quantidade inferior a 400 presos, possui no momento uma população com cerca de 738 detentos. A Polícia Militar mantém no serviço de segurança sete policiais, número bem abaixo da necessidade. Segundo o subscritor da carta essa situação não é desconhecida da Superintendência de Assuntos Penais, da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), que convive com situações semelhantes e até piores, nas demais unidades localizadas em Salvador e em outras cidades do interior.
Somente nos últimos 30 dias, ocorreram três fugas de presos, com a agravante de que nesses registros, as fugas foram praticadas pela porta da frente do presídio, supondo-se que ocorreram facilitações por parte de alguém. O subscritor afirma na carta endereçada a este blog, que a sua intenção é a de tornar públicos esses fatos e também, a de tentar sensibilizar as autoridades competentes para em relação a um equipamento público de segurança que, segundo ele, se assemelha a um vulcão ‘aparentemente adormecido, mas, muito próximo de entrar em erupção ´.

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Quem deu esse cavalo de Troia a Jequié deveria tambem ADESTRA-LO!
Obrigado SENADOR!