O impasse verificado em torno da tendência favorável à aprovação do parecer do vereador Luiz Britto (PP), presidente da Comissão de Justiça da Câmara de Vereadores, autorizando uma suplementação de 7,39% do orçamento da Prefeitura, levou a retirada da matéria da sessão desta quinta-feira (10), sendo transferida para as 10 horas de sexta-feira (11).
Os vereadores que integram a bancada da minoria – Luiz Britto, José Simões, José Wanderley, Deyvison Batista e João Cunha, revelaram disposição de votar o percentual estabelecido no parecer, equivalente a R$ 14 milhões. Esse valor permitiria apenas o pagamento de despesas com pessoal, limpeza pública e parte dos débitos com os médicos que atuam na Saúde Municipal.
O Controlador Municipal Luciano Sepúlveda, reuniu-se com os vereadores em busca de que fosse revisto e aumentado o percentual, não conseguindo sucesso nas negociações. O prefeito em exercício Eduardo Lopes, também foi até a Câmara, mas os vereadores da minoria mantiveram-se irredutíveis na decisão. O vereador Joaquim Caires, líder do Executivo, considerou que o percentual apresentado no parecer da Comissão de Justiça, irá impossibilitar a Prefeitura de saldar seus compromissos. Ele considerou que atitude dos colegas da oposição demonstratava um radicalismo prejudicial para o município. Eduardo Lopes acrescentou que o percentual de 7,39% impossibilitará que a Prefeitura pague parcelas de débitos com a Coelba, Embasa, financiamento do Centro de Abastecimento e os fornecedores. A decisão deverá ser tomada na sessão desta sexta-feira (11).




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Esse tal de CONTRALADOR….. controla o que mesmo?
Até que em fim deram oportunidade a Eduardo, só ele é capaz de reverter essa situação. Parabéns Duda