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Engenheiro da Valec apresenta projeto da Ferrovia Oeste-Leste em Jequié

2 comentários
Engenheiro da Valec apresentou o traçado e detalhes do projeto

Engenheiro da Valec apresentou o traçado e detalhes do projeto

A importância econômica e social da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, oportunizando ao município de  Jequié a geração de novos postos de trabalho a partir da  instalação do canteiro de obras e posteriormente um Pólo de Carregamento”, foi alguns dos argumentos apresentados pelo engenheiro Marcelo Cabral de Mello, da VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovia S.A. empresa vinculada ao Ministério dos Transportes, durante reunião realizada na manhã desta terça (2) com o prefeito Luiz Amaral, representante do legislativo municipal e secretários municipais.

O engenheiro Marcelo Cabral, que é coordenador do projeto, assegurou que a  ferrovia, dará uma nova dinâmica a economia das cidades por onde ela passará, alavancando novos empreendimentos na região, com aumento da arrecadação de impostos, além de geração de milhares de empregos diretos. Afora isso, a ferrovia deve fomentar ainda mais o desenvolvimento agrícola da região oeste da Bahia. Os principais produtos a serem transportados são soja, farelo de soja e milho, além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro. A produção de minérios, por si só, já justificaria a construção da ferrovia, disse.   Atualmente, está em andamento, a licitação do projeto executivo.. A construção de cinco ou seis lotes deverá começar ainda em 2010, dependendo da Licença Prévia, que deverá ser liberada nos próximos meses.

A Ferrovia da Integração Oeste-Leste terá uma extensão de 1.490km (1.100km na Bahia) e envolverá investimentos estimados em R$6 bilhões, com verbas do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. A Ferrovia de Integração Oeste-Leste terá sua implantação dividida em três trechos: 530 km – Ilhéus/Caetité passando por Jequié, 413 km Caetité/Barreiras e 547 km Barreiras/Figueirópolis (TO).

  1. Ewerton Almeida disse:

    Quando sairam as notícias sobre a possibilidade dessa Ferrovia passar por Jequié, os eternos anunciadores do caos, não acreditaram, e, apregoavam ser mais uma mentira dos políticos. Vale ressaltar a importancia da participação do Senador Cesar Borges, para Jeqquié ser ponto de passagem da Ferrovia.
    Quando da discussão no Congresso dessa Ferrovia, setores de outros Estados quiseram mudar o traçado, atento a essas monobras o Senador ligou para todos os setores importantes da Bahia inclusive o Governo do Estado(Os Jornais à época noticiaram). Todos se uniram e garantiram o traçado original.Jequié e a região sairam ganhando.
    Fatos que merecem registro

  2. Antonio Lourenço Filho disse:

    Gostaria de saber se os argumentos apresentado pelo Sr Marcelo Cabral de Melo, engenheiro da Valec, Engenharia e Construções e Ferrovia S. A., Estão incluso, o estudo de impactos ambientais no ecosistema que margeiam o Rio de Contas, especialmente o lago da Barragem da Pedra e, se houve acompanhamento por parte dos orgãos ambientais competente, a nivel local e estadual. Pelo que sabemos O licenciamento foi aprovado lá por cima, na esfera federal.
    Tenho uma área de preservação permanente dentro do traçado da ferrovia e em momento algum, vimos tecnicos de algum òrgão catalogando espécies no local, não recebemos nenhum tipo de comunicado, nós proprietarios e produtores, só tivemos como aviso as marcas de tinta vermelha nas àrvores e nas porteiras da fazenda, No Forum Mundial Social Temático, ouvimos o Sr Juliano Matos, do Ima, falar sobre a preservação das matas ciliares, pois bem, vamos começar bem! pois a ferrovia vai utilisar, 80 metros de largura para implantação da malha ferroviaria, em uma extenção de 1490 km, destes, 530 km de Caitité/Ilhéus, passando por Jequié e em sua maioria, beirando o Rio de Contas,que perderá muito em vegetação de matas ciliares. Gostriamos de saber como funcionará este traçado, em questão da grande perda da bio-divercidade e qual a contra-partida, para revermos estas questões. No nosso entendimento deveremos construir sem destruir, e só com o diàlogo entre as partes, podeeremos rever estas questões. Nós da ONG OGETREC, gostariamos de sentar à mesa para debater estas questões solidariamente.

    Antonio Lourenço de Andrade Filho
    Diretor de Defesa ao Meio Ambiente da ONG OGTREC

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