As obras de construção do Conjunto Penal na cidade de Vitória da Conquista estão paralisadas há mais de dois meses. A empresa responsável pela construção, Nordeste Engenharia Limitada, de Salvador, alega falta de pagamento das parcelas previstas em contrato pelo governo do Estado. O diretor da empresa, o engenheiro Rubem Dantas da Silva, revelou que os valores devidos, acumulados desde o início das obras – em 8 de junho do ano passado – já ultrapassam R$ 4,5 milhões. O valor total do serviço chega a R$ 17 milhões. A previsão de entrega da penitenciária era de 360 dias, a contar do início das atividades, mas pouca coisa foi feita nos 200 mil metros quadrados do terreno. A área construída seria de 9,3 mil metros quadrados, suficientes para criar 500 novas vagas e desafogar o sistema carcerário.
Enquanto as obras da penitenciária se mantém paradas, o sistema prisional de Vitória da Conquista continua estrangulado, com mais de 90 presos custodiados irregularmente no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), onde só deveriam estar detidas até 16 pessoas. No presídio regional Nilton Gonçalves, em vez de 187 detentos, a unidade mantém 266, com excedente de 79. Grande quantidade de pessoas sentenciadas pela Justiça de Conquista, estão cumprindo suas penas e contribuindo para a superlotação do Conjunto Penal de Jequié.

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Em todas as pesquisas de opinião pública o ítem que mais se destaca, é o que trata de Segurança PÚblica. Os Governos continuam preferind fazer gastos excessivos com publicidade.
Tem Governo que fala muito em Direitos Humanos e deixa os presos amontoados como animais.
Um dos ítens nas pesquisas de opinião pública que o a população mais utiliza para mostrar a sua insatisfação e indignação, é. a que se refere a segurança. Quase à unanimidade, a grande maioriaa se mostra contundente nas sauas ceíticas. É justamente nesse ponto onde o Governo é mais negligente e onde menos investe. Quem estiver duvidando do que estou afirmasndo acompanhe o orçamento do Estado. Outra contradição do Estado, é sempre está falando sobre Direitos Humanos e deixar os presos amontoados em cúbiculos como animais e na maior promiscuidade. É preciso casar a publicidade com a realidade.
O artigo que mandei não foi publicado. Espero que esse que é a repetição do primeiro tenha mais sorte.