A constatação que se chega é de que, de cada quatro aparelhos telefônicos públicos existentes instalados em Jequié, um é depredado todo mês. Mas isso não é nenhum exagero. Os chamados “orelhões” quase sempre estão sem funcionar por terem sofrido algum tipo de ataque. Um experiente técnico em telefonia da cidade, afirma que não existe preferência quanto à localidade. Muitas pessoas poderiam imaginar que os telefones públicos localizados nas áreas centrais estariam mais imunes aos ataques dos vândalos, enquanto aqueles em bairros mais carentes seriam alvos preferidos dos vândalos. Quem paga o pato é o usuário. Com a depredação, fica impossível utilizar o aparelho. Os vândalos não sabem que o telefone público é um equipamento de utilidade, que precisa ser preservado. E que pode até salvar uma vida. (Foto: João Lourenço)
Postado por: Wilson Novaes3 de março de 2010

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