A crise do ano passado reduziu em 5,57% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receitas das cidades baianas. Mas essa situação adversa não tem impedido as prefeituras baianas de ampliarem em 26,14% os quadros de servidores comissionados em 2009. Nestes casos não há realização de concurso público e em muitos casos os cargos são ocupados através de indicações políticas. Além das contratações para cargos comissionados, o REDA (contratação temporária) e as terceirizações de serviços, tem contribuído para o inchaço da máquina pública e o comprometimento das receitas em relação aos gastos com recursos humanos. No ano seguinte à última eleição municipal os gestores eleitos ampliaram o quadro de comissionados de 30,8 mil para 38,8 mil, de acordo com a Pesquisa de Informações básicas municipais (Munic). Entre concursados, comissionados e os sem vínculo permanente, as prefeituras baianas empregam 468 mil pessoas.
“Os prefeitos que chegaram no primeiro mandato foram cumprir os compromissos assumidos na eleição”, acredita o consultor na área de administração pública Antônio Pimentel, ex-prefeito de Governador Mangabeira e conselheiro de muitas prefeituras. Ele define o empreguismo como algo que ainda precisa ser superado na administração pública. “Eu vejo como consultor a dificuldade que alguns prefeitos têm para dar a canetada e enxugar os quadros”, afirma.
Por conta desse quadro, em Jequié, convive-se no momento com uma crise sem precedentes e de futuro incerto. Os servidores [todos os setores] numa queda de braço com a administração, permanecem em greve, reivindicando reajuste salarial. O prefeito Luiz Amaral sem respaldo político para demitir em ano de eleições invoca a Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF para justiçar o não atendimento aos pleitos dos servidores. O setor de recursos humanos da Prefeitura de Jequié [com base na folha de março/2010] possui um total de 3.255 funcionários efetivos, para uma despesa de R$4.843.654,93; mais 431 cargos de confiança, com um custo mensal de 909.329,63; 893 REDAs, consumindo todos os meses R$ 828.249,13; 446 terceirizações [somente da Terceira Visão), custo de R$553.274,00. O total geral da folha de pessoal é de 5.025 funcionários para um gasto mensal de R$ 7.134.507,69, isto sem se falar nas consultorias que também incidem no total desses gastos. Com informações de A Tarde On-line

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PREFEITURA INCHADA…E TRABALHO QUE É BOM…NADA!
VERGONHOSO ESSA FILOSOFIA DE TRABALHO.
VAMOS VÊ SE TODOS ESSES PUXA-SACOS IRÃO TE RE-ELEGER NOVAMENTE A PREFEITO DESSA JOÇA.
Essa foi a maldita herança que RB deixou na Prefeitura. Só inchou a folha de pessoas para se reeleger, hoje, o Prefeito Luiz Amaral paga pela irresponsabilidade de outros governantes que só pensaram em si mesmos e não pensaram no futuro de Jequié. Mas, temos a certeza de que Luiz Amaral conseguirá arrumar essa Prefeitura , fAZENDO CONCURSO, DIMINUINDO A FOLHA E PRIORIZANDO OS SERVIÇOS ESSENCIAIS À COMUNIDADE. EU ACREDITO QUE ELE FARÁ ISSO.
É uma vergonha perceber como o nosso dinheiro público é tão mal administrado; E como pessoas sem qualificação alguma ganha tanto para não fazer absolutamente NADA. Por isso seu afavor de mudanças imediatas, bem como de uma fiscalização pelo Ministerio Público URGENTIMENTE, nas contas da Prefeituta de nossa cidade.
VAMOS PROTESTAR!!!!!!!!!!!!!!!
MEU AMIGO WILSOM SERIA BOM VC TER ESTES DADOS DA CONSULTORIAS DE JEQUIÉ.;
Todo Prefeito recém eleito que se preze, tem obrigação de se assessorar com técicos de qualificação para fazer uma boa transição. Essa boa transição na verdade não existiu. Pessoalmente procurei o Sr. Prefeito recém eleito e lhe alertei da situação que ele iria enfrentar caso não adotasse uma postura precavida, pois eu tinha informações fidedígnas das dificuldades iniciais a serem enfrentadas. Não fui ouvido. Alertei ao Prefeito, da falta de credibilidade(atestada por pesquisas de opinião pública) do “status quo” responsável pela Saúde do Município e que seria uma temeridade manter essa situação, também não fui ouvido. Resolvi então fazer uma longa Carta ao Sr. Prefeito onde eu abordava vários situações que eram comentadas pela cidade e atitudes já tomadas sem nenhuma participação de muitas das pessoas que lhe ajudaram na grande vitória e que precisariam ser urgentemente avaliadas. A essa carta não foi dada nenhuma atenção. Nessa dita carta é bom deixar registrado, não continha nenhum tipo de pedido de benefício pessoal.
As minhas preocupações tinham razâo de ser. A voz da razão não teve eco junto ao Prefeito recém eleito, muito menos junto ao Prefeito empossado.
È Urgente que as pessoas que gostam de Jequié, reunam-se desprovidas de qualquer outro sentimento que não seja a busca de uma solução possível para a preocupante situação vivida pelo Prefeitura, na salutar tentativa de evitar-se o CAOS. A nossa Câmara de Vereadores pode e deve comandar esse processo.
Todos que gostam de verdade de Jequié, sofrem com a situação e estão sem entender como pessoas capacitadas como o Prefeito Luiz Amaral e Eduardo Lopes que já foi Secretário da Fazenda da primeira administração de Luiz Amaral. Presidente da Câmara Municipal, Secretário da Administração de Roberto Brito, Sec. de Administração de Reinaldo Pinheiro e atual todo poderoso Vice Prefeito, tenham permitido que a situação chegasse a tal ponto.
Torço de verdade para que a situaçãqo tenha jeito.
FORAM VÁRIOS GRUPOS POLÍTICOS QUE APOIARAM O PREFEITO, INFELIZMENTE ALGUNS ESTÃO ÁVIDOS POR CARGOS COMISSIONADOS, REDAS, CONSULTORIAS,CONTRATOS EXORBITANTES,EMPRESAS DE FAIXADAS..
SÃO 1900 CONTRATADOS…A CONTRIBUIÇÃO DA PREVIDÊNCIA NACIONAL É FORTALECIDA ENQUANTO QUE A MUNICIPAL É ENFRAQUECIDA.
SR. PREFEITO,ACORDA! VÁMOS FAZER CONCURSO PÚBLICO!
Infelizmente agora não adianta reclamar, temos o governo que merecemos,temos sim que orar e pedir a Deus justiça, pois ele é o unico que faz a justiça perfeita,e tudo está no controle de suas mãos ,a apalavra de Deus nos diz que aquilo que plantamos iremos colher.