Educação municipal desconsidera contraproposta oficial e mantém a greve

A diretora sindical Claudenice Santana analisando números com o prefeito Luiz Amaral e o dirigente estadual da APLB Ruy Oliveira

A diretora sindical Claudenice Santana analisando números com o prefeito Luiz Amaral e o dirigente estadual da APLB Ruy Oliveira

Em assembléia realizada na tarde desta quinta-feira (20), vigésimo quarto dia de greve, no auditório do Sindicato dos Bancários,  trabalhadores em  educação no município  definiram pela continuidade  do movimento. O sindicato reivindica reajuste salarial de 15,93%. O executivo municipal diz não ser possível atender. Após intensas negociações, a APLB/Sindicato apresentou a alternativa de uma verba indenizatória no valor de R$ 348,50, para cada servidor, retroativo ao mês de janeiro até que fosse concluído o segundo quadrimestre, no mês de agosto.

A prefeitura apresentou uma contraproposta na tarde de quarta-feira (19) que variava em torno de R$ 45,00 a R$ 100,00. A categoria, não aceitou por entender que essa proposta “fere frontalmente os princípios que a mesma defende. Por isso, agradece o apoio que a comunidade, pais, mães e alunos vêm dando ao movimento”.  Na segunda feira os trabalhadores da educação municipal realizam uma nova assembleia às 15h no auditório da APLB/Sindicato.

Você pode deixar uma resposta, or trackback do seu próprio site.

6 Comentários para “Educação municipal desconsidera contraproposta oficial e mantém a greve”

  1. luccy disse:

    O professor Rui Costa é secretário da CNTE, por isso conhece os números como poucos, a APLB está muito bem orientada.

  2. geisy silva argolo disse:

    essa claudenice e a plb esta usando os professores para fazer politica. admito que o prefeito não esta bem mais eu ja fui em reunião que ela levou o candidato que hoje é o vice eduardo lopes com ela e hoje perto da politica ela sempre faz isso. cuidado professores com esses oportunistas da plb

  3. ´João Batista disse:

    QUE NEGÓCIO BOM É SER DIRIGENTE ETERNO DE SINDICATO EM PROFESSORES? TRABALHAR EM SALA DE AULA QUE É BOM NADA. ALIÁS, ESTA PRÁTICA TAMBÉM OCORRE NOS MAIS DIVERSOS SINDICATOS COMO NO DOS BANCÁRIOS. ISTO É BEM COMUM EM NOSSA JEQUIÉ.
    MELHOR QUE SER “ETERNO” NOS SINDICATOS, SÓ PESCAR DE BOMBA.

  4. Antonio Souza disse:

    Sr. Wilson. Cuidado com o que V.Sra. coloca. Os 15,93% não é reajuste salarial e sim uma correção no repasse do FUNDEB, o qual foi concedido pelo Gov. Federal, desde o mês de janeiro do corrente ano. Essa verba, como muitas outras em Jequié, está sendo desviada de maneira irresponsável, para outros fins. Infelizmente a câmara de vereadores aprovam tudo que é passado por eles. Parece até que eles não sabem ler, ou então estão com maço de notas de cem reais tapando os seus olhos.

  5. Ewerton Almeida disse:

    Eu gostaria de saber do Prof. Ruy, por que ele não usou todo esse seu conhecimento para convencer o Governador a dar um reajuste salarial aos professores da Bahia, igual ao que Luiz Amaral deu em Jequié o ano passado de 12,9%. O governo da Bahia deu apenas 4,8% e não teve greve, e por que ele não exigiu do Governador esse ano um reajuste de mais de 15% que estão exigindo em Jequié.
    O aumento exigido é quase de 30% em dois anos. Ninguém na Bahia e talvez no Brasil deu esse tipo de aumento.
    Teve Prefeito em Jequié que em quatro anos não deu nenhum aumento, fornecendo vales de R$ 20,00 em um curto período, e não houve greve.
    Essa greve é politiqueira, que me desculpem àqueles que foram envolvidos pela má fé dos que a organizaram e a comandam.
    Mesmo que o Prefeito quisesse ceder às pressões, não poderia fazê-lo, pois existem barreiras legais para que tal não aconteça, e os organizadores da Greve sabem disso melhor que ninguém.
    A sociedade organizada não pode ficar indiferente ao que está se passando em tão importante setor da nossa Jequié, por mais que não esteja satisfeita com os rumos da administração municipal. Jequié não pode e não deve ficar refém desse tipo de ação.
    Defendo e sempre defendí melhorias salariais e melhores condições de trabalho para os servidores, mas não posso concordar com distorções que prejudicam a todos. Se o Prefeito não estivesse pagando aos funcionários, como não está pagando aos fornecedores e prestadores de serviço, eu até poderia entender o uso extremo desse tipo de greve. Não é o caso!

  6. gilberto almeida disse:

    muito bem Ton Legal é assim que se faz comentarios

Deixe uma resposta

Security Code:

Implementado e Monitorado por: Neirival Neri  |  Agradecimento: AgenciaCARRILHO