Os trabalhadores em educação do município de Jequié em greve desde 26 de abril, aprovaram por unanimidade em assembléia realizada no final da tarde de segunda-feira (24), no auditório da APLB/Sindicato, a continuidade do movimento. A direção da APLB e os trabalhadores avaliaram o movimento, reafirmando que a categoria está unida e firme na luta. Além da presença dos trabalhadores, também participou da reunião o vereador José Wanderley.
A profª. Claudenice Barbosa, diretora geral do sindicato, fez explanação de como foi mais uma rodada de negociação, que aconteceu no período da manhã na prefeitura, com o prefeito Luiz Amaral, secretários municipais e vereadores, quando foi apresentada nova contraproposta com valores que variam de R$ 70 a R$ 100 para jornada de 20h e R$ 140 a R$ 200 para jornada de 40h. Mais uma vez, a categoria, rejeitou a contraproposta “por entender que a mesma pode ser melhorada, tanto no ponto de vista dos valores, como também da retroatividade”. Na manhã de terça-feira (25), a diretoria sindical retornará à prefeitura para mais uma rodada de negociação, prevista para ter início às 09h.

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Essa GREVE ainda está acontecendo porque o Governo é fraco e os negociadores devem estar com medo de perderem os seus votinhos.Parece estr prevalecendo aquela máxima: “Em tempo de murici, cada qual cuida de si” A população que se lixe, as mães com seus filhos nas creches que se virem, é o que devem estar dizemdo os grevistas, pois não pararam hora nenhuma para levar esses fatos em consideração. Não estão dando bolas para o prejuízo incalculável que as crianças e estudantes de primeiro e segundo graus estão tomando.
Eu ainda estou acreditando que realmente a Prefeitura não tenha a mínima condição de atender as exigencias do comando de greve. Daí ser contra. Entretanto, vai ser dificil explicar por que o Governo Municipal permitiu a greve se podia evitá-la. Não pode, não tem dinheiro,dizia o governo, aí aparece uma solução “milagrosa”. Se podia dar para acabar a Greve, por que não deu antes e deixou que a Greve se alongasse com tanto prejuízo? Essa será a pergunta que todos irão fazer, inclusive eu.
E os dias não trabalhados, como vai ser? Vão ser pagos?
Qual a opinião do Ministério Público e Tribunal Regional do Trabalho a respeito do assunto?
é claro que vai ser paga! Temos a obrigação de cumprir duzentos dias letivos. O que não dá para entender senhor Ewerton é porque a prefeitura não colocou nas contas desde o início a verba de seiscentos mil reais que jequié está recbendo desde o mês de janeiro.Essa verba veio para complementar o piso dos professores estipulado pelo governo federal. Não podemos fechar os olhos para essa robalheira que está o município. Todos precisam agir para que isso mude. Nossa categoria é um exemplo de luta! Se todos fizessem isso não estaria tudo parado ou funcionando de forma precária como está. Ou você sabe de alguma coisa que está funcionando bem???
vai descontar dos salario do professores né?
Cleuma, acho que a categoria tem que se movimentar mesmo. Lamento apenas que quando voltar, os alunos estarão mais desmotivado ainda.Quanto a robalheira,onde estava o sindicato no governo de Roberto Brito?Tanto roubo e 4 anos sem aumento? Só 20 reais de abono.Luta é direito mais com responsabilidade.FILHO DE POBRE SOFRE
Não se preocupem, pois com certeza os dias não trabalhados seram repostas.Fica a seguinte pergunta:Se o sindicato não descobrisse os 600.000, que destino ele teria?Com certeza não iria para as contas dos professores!Espero que o prefeito, honre os compromissos assumidos com a categória.O sindicato na verdade precisa pedir é uma auditóris nas contas do FUNDEF e FUNDEB, pois com certeza tem muita coisa debaixo do tapete.É esperar para ver!!!!