Representantes das emissoras de radiodifusão de Jequié – João Leonardo (95 FM), Euclides Junior e Marcos Taboca (93 FM), Cláudio César (105 FM) e Fábio Silva (Radio Povo AM), estiveram reunidos na quarta-feira (30), no auditório da 95 FM, discutindo pauta acerca do tratamento dispensado pela administração municipal de Jequié, para com as rádios locais. Os administradores das quatro empresas foram unânimes no entendimento de que as emissoras, bem como, os demais veículos de imprensa da cidade, não tem recebido um tratamento adequado, por parte da Prefeitura, com relação ao que estabelece o princípio da transparência dos atos e ações do poder público municipal. Decidiram os representantes das quatro rádios da cidade, que eles estarão unidos dispensando ao poder público municipal, tratatamento recíproco, quando estiver em tela a divulgação dos assuntos de caráter institucional da PMJ, levando em conta sempre a função social dos órgãos de comunicação.

Postado em 











è por isto que deveriamos ter veiculos de comunicação independentes de situações politicas, para fuçar informções e divulga-las, sem maquiagem e sem proteção do descaso com o dinheiro público que vem acontecendo com o dinheiro da sa~ude e o que gastaram na cultura em festas de são joão.
Tô sentindo malandragem no ar.
A Prefeitura espera a abertura da FM dos Lomantos para dar somente a esta, um tratamento que as rádios que estão no ar não estão recebendo.
Quem manda na prefeitura são os Lomantos. Valeu a postura da 93,95, Rádio Povo e 105
Nenhum desses orgãos de imprensa aqui da cidade merecem crédito, todos nós sabemos que a imprensa nunca foi livre e aqui em Jequié não é diferente, ela tem cores partidárias, pertencem a grupos politicos e de acordo com as circunstâncias e articulações politicas essas cores se unem ou se afastam, desde que os interesses dos donos não sejam atrapalhados. No caso especifico das FMs locais todos eles fizeram campanha aberta para Luiz Amaral, esquecendo-se que são uma concessão pública e por isso deveriam zelar pela ética e a imparcialidade. Exemplo explicito de parcialidade foi a 95 FM durante a cobertura da contagem dos votos, quando alguns “jornalistas” (Souza Andrade principalmente) e alguns “comentaristas” deixavam transparecer claramente a sua opção politica, chegando a comemorar no ar a derrota do grupo politico “adversário”. Infelizmente quem sofre com tudo isso é a população que fica carente de uma informação de qualidade e independente.
Wilson espero que esse local aqui seja realmente independente e que todas as opiniões possam ser expostas, pois acredito que só com as divergências é que a democracia realmente se fortalece.
Fiquei um pouco confuso com o que está exposto como reclamação dos administradores das quatro (únicas organizações) emissoras da cidade. “… não tem recebido um tratamento adequado por parte da prefeitura com o que estabelece o principio de transparência dos atos e ações…” “e por isso decidem unanimemente, (e incluem a imprensa escrita embora não presente), adotar como estratégia de “… tratamento recíproco… a toda divulgação institucional da PMJ.”
Institucional, tem relação com instituição que nos conduz a organização. Então imagino que sejam tão somente ás divulgações, inclusive publicitárias do poder municipal. De outra forma, não pode haver “reciprocidade” por parte da imprensa, mas, de exigir e tornar publica a falta de transparência nos atos, ações, decisões, e tudo mais que diga respeito á uma administração publica, se disso tem conhecimento, sem depender de aviso, ameaça ou acordo.
No mais é bom e salutar refletir o texto do Franklin
Franklin, muito bom seu comentário. Parabéns pela sobriedade das palavras. Infelizmente, temos pouco jornalismo independente em Jequié!