Três fábricas de féculas de mandióca em municípios baianos

A Bahia tem a terceira maior área plantada de mandioca do País, superada apenas pelo Pará e Paraná

A Bahia tem a terceira maior área plantada de mandioca do País, superada apenas pelo Pará e Paraná

Três fábricas de fécula de mandioca (o amido,  polvilho também conhecido como carimã) devem entrar em funcionamento até o final deste ano na Bahia, nos municípios de Laje, Vitória da Conquista e Ilhéus, a partir de  articulação de cooperativas com os governos estadual e federal. Atualmente toda a fécula usada na Bahia é comprada de fábricas do Paraná e a fabricação no próprio estado resultará em ganhos para os  produtores de mandioca da Bahia.

Com a entrada dessas três fábricas em atividades, haverá um  incremento do agronegócio, para uma produção média de 100 toneladas dia nas unidades de Vitória da Conquista e Laje e 12 toneladas em Ilhéus, que no segundo ano de funcionamento ampliará para 32 toneladas de raiz dia. As fábricas serão administradas por cooperativas de agricultores familiares, beneficiando diretamente cerca de cinco mil pessoas.

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Um Comentário para “Três fábricas de féculas de mandióca em municípios baianos”

  1. Ewerton Almeida disse:

    Jequié já foi um dos municípios de maior produção de mandioca da Bahia. Em 1976 quando fui candidato a Prefeito de Jequié, tinha como uma das minhas metas, fazer um experimento com uma MINI USINA de Mandioca para produção de Alcool, o assunto foi explorado inclusive por uma revista da região. A farinha de àgua Vermelha na região de Florestal, a farinha da região de Morro Verde e a do Buqueirão de Itajurú, faziam muito sucesso pela sua bôa qualidade.
    Acho que a mandioca poderia voltar a ser uma opção interessante para Jequié. O problema maior é que os Governos incentivam a plantar, oferecem “o céu e a terra”, nas propagandas bonitas, caras e fantasiosas, para plantar mandioca, mamona, algodão, etc, mas depois tiram o corpo fora, e não garantem a comercialização dos produtos, deixando os produtores na mão dos atravessadores.
    Daí o exôdo rural e a falência da Reforma Agrária. Os assentamentos que proliferam TÊM DIFICULDADES DE PROSPERAREM POR CONTA DESSA OMISSÃO OFICIAL.

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