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PT promove encontro e volta a defender o nome de Waldir Pires para o Senado
Enquanto o governador Jaques Wagner movimenta os pauzinhos em busca da melhor estratégia política para a formação dos componentes da chapa majoritária encabeçada por ele próprio, petistas continuam se articulando com o objetivo de conquistar uma das vagas da chapa para a disputa de uma das cadeiras no Senado Federal. No domingo (7) em Vitória da Conquista, estiveram reunidos representantes de cerca de 20 diretórios municipais do PT, os quais, apontaram o nome do ex-governador Waldir Pires ao Senado. A proposta, segundo os analistas políticos, torna muito difícil para o governo e o próprio partido fazer vistas grossas. Coube ao deputado federal Emiliano José, petista cujos laços de amizade com o ex-governador, fazer a saudação a Waldir Pires.
Geddel nega possibilidade de união com Wagner

Geddel e Wagner estiveram juntos com o presidente Lula em Juazeiro mas nas eleições estarão em lados opostos
O ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e o governador Jaques Wagner (PT) mantiveram aparências de uma relação cordial e cavalheiresca, ao lado do presidente Lula e da ministra Dilma Roussef, na recente inauguração do Projeto Salitre, na cidade de Juazeiro mas, essa trégua temporária demonstra que não alterou e não irá alterar o quadro da disputa sucessória baiana, quando o ministro e o governador deverão participar da disputa em lados opostos. O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, procurou de imediato contato com a imprensa de Salvador para contestar qualquer possibilidade de união com Wagner para as eleições deste ano. “Sou candidato a governador e a postura de Lula foi a que se esperava. Ele disse que gostaria que houvesse a unidade de 2006, mas como isso parece impossível, está de acordo com a disputa”. O ministro salientou que Wagner não é seu inimigo e, sim, seu adversário, na disputa pelo governo estadual, “Agora, se Wagner quiser ser senador, venha para o lado de cá, porque eu vou ganhar a eleição”.
Luiz Amaral diz que é partidário e que vota em Geddel
Um conceituado blog do sul do estado, buscando apimentar ainda mais as indefinições políticas que ainda persistem em relação à sucessão estadual, postou nota, ilustrada com uma foto do Governador Jaques Wagner abraçado com Luiz Amaral, colocando em dúvida a posição do prefeito de Jequié, em relação ao seu apoio à sucessão estadual. A assessoria de imprensa de Amaral, rechaçou de imediato a alfinetada e transcreveu declarações do alcaide dando conta de que ele (Amaral) mantém a sua coerência partidária e que estará votando com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Por falar nisso, recentemente, maioria do secretariado municipal, participou de reunião em que foi firmado compromisso do grupo apoiar as candidaturas de Geddel (governo), Lúcio Vieira Lima (federal) e Leur Júnior (estadual). O prefeito e a esposa Lélea Amaral, secretária de Desenvolvimento Social, não estiveram presentes à reuniões, por não estarem na cidade.
Câmara de Jequié poderá ter bancada independente
Nem situação, nem oposição. Esta é a hipótese que vem sendo avaliada e discutida por vereadores de Jequié, com vistas a criação de uma terceira bancada dentro da Câmara de Vereadores de Jequié, com diretriz para caminhar por uma linha independente em suas decisões. Os vereadores que discutem a proposta, não escondem insatisfação em relação ao tratamento recebido por parte do governo municipal. O assunto está na pauta do dia mas, ainda não está definido em relação aos vereadores que passarão a integrar o grupo independente do legislativo municipal. Somente após esse entendimento deverá ser divulgados os nomes dos que compõem a terceira bancada.
Souto diz que propaganda do governo cometeu ato falho
“‘Nunca se trabalhou tanto na Bahia’ é o mote da última propaganda do governo estadual. Mas o curioso é que, nos outdoors, a imagem que ilustra a frase é a de um sujeito de braços cruzados, símbolo da falta de vontade de trabalhar. Não seria um ato falho de um governo que gosta mesmo é de fazer propaganda”. A ironia é do presidente estadual do Democratas (DEM), o ex-governador Paulo Souto, questionando o que chama de “fúria publicitária governamental”, que, segundo ele, demonstra estar sendo intensificada este ano, “mesmo depois dos excessivos gastos de mais de R$ 100 milhões nas ações promocionais em 2009, quando pouco mais de R$ 20 milhões foram investidos na segurança pública.”
Paulo Souto destacou também a iniciativa do governador Jaques Wagner de propor um clima de civilidade e cordialidade na campanha eleitoral deste ano. “Achei ótimo, mas confesso, que vi na manifestação do governador um mea-culpa, uma confissão de arrependimento. Até agora todo o mundo que discordou minimamente do atual governo foi absolutamente desqualificado. Birutas de aeroporto, monte de abestalhados, besteirol foram os termos mais suaves usados não só contra adversários políticos, toda vez que houve qualquer discordância”.
Wagner confirma encontro com César Borges no pós Carnaval
O governador Jaques Wagner confirmou em entrevista no Hotel da Bahia, durante o Carnaval que tem agendada uma conversa com o senador César Borges, para depois da festa. Não querendo antecipar a pauta do encontro, Wagner revelou que a decisão sobre uma aliança com o PR passará pelos partidos aliados. ‘Os primeiros a saberem sobre qualquer decisão serão os maiores interessados, que são os partidos políticos que estão caminhando juntos”, disse o governador, não desfazendo os boatos de uma possível união do PT com o PR.
Wagner rechaçou a possibilidade de uma repactuação com o PMDB: “Questão do PMDB é encerrada, resolvida na Bahia. Não é o que eu trabalhei, nem Lula, nem Dilma. Mas é o real. O PT tem uma candidatura e o PMDB tem outra. Não temos porque ficar gastando mais energia com isso. Eu respeito a vontade deles. Eles querem se constituir como uma força política hegemônica ou a segunda força política, acho que é essa a conta do PMDB”, concluiu.
Numa rápida entrevista sobre a possibilidade do senador César Borges integrar a chapa majoritária do PT, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), disse que “César Borges é maior de idade, vacinado, ele vai saber tomar a decisão que supostamente seja aquilo que ele imagina ser melhor para ele. Só não sei se é melhor para a Bahia”, retrucou.







