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Prefeito em exercício deverá devolver cargo ao titular dia 15

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Diretoria da APLB levou pauta com 20 ítens para discutir com Eduardo Lopes

Diretoria da APLB levou pauta com 20 ítens para discutir com Eduardo Lopes

Caso não aconteça alguma falha de percurso e o prefeito licenciado Luiz Amaral não estender e  aproveitar mais algumas horas de descanso, o seu substituto, vice-prefeito Eduardo Lopes retornará de Salvador na terça-feira (15) para devolução do cargo ao titular. No período 360 horas  úteis em que esteve prefeito, Lopes procurou melhor articulação com segmentos da comunidade e, por duas vezes esteve na Câmara de Vereadores, onde mantém bom nível de relacionamento. Lopes buscou marcar como referência de sua rápida passagem pelo cargo,  as entregas das chaves de parte das casas aos moradores do Loteamento Tropical. O tempo de exercício da Chefia do Executivo foi reconhecidamente curto mas, o suficiente para que pudesse ser observado que Eduardo Lopes tem conhecimento administrativo para o cargo e, ainda, que não lhe faltam desejo e competência para  solucionar o emaranhado de problemas  criados pela própria administração e que tanto desgaste tem provocado na comunidade. Conforme reconhecimento antecipado feito pelo próprio Amaral, numa emissora de rádio da cidade, a sua aligeirada ausência não originou muitas saudades em parcela maior da população e também em grande parte dos funcionários, assessores e até mesmo entre diretores e parte do secretariado.


Ensino para crianças de 6 anos ainda não chegou em 98 municípios baianos

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O ensino fundamental de nove anos já está implantado em 5.130 municípios brasileiros, o que corresponde a 92% do total. Isso significa, segundo dados do censo escolar de 2009, que 1,4 milhão de crianças de seis anos de idade estão matriculados no primeiro ano do ensino fundamental. Os outros 434 municípios (8%) devem garantir a matrícula das crianças nessa faixa etária em 2010, como determina a Lei nº 11.274, de 2006. Os dados do censo escolar mostram que as regiões Norte e Nordeste apresentam os menores índices de matrículas de crianças de seis anos. A maioria das 434 cidades em que o acesso das crianças de 6 anos ainda não é realidade estão na Bahia (98), no Pará (76) e no Piauí (70).

Algumas das cidades baianas [mais próximas de Jequié]  que ainda  não oferecem o ensino para crianças a partir de 6 anos, de acordo com o MEC: Brejões, Contendas do Sincorá, Ibirapitanga, Iramaia, Itaquara, Itiruçu, Jaguaquara, Jiquiriçá, Jitaúna, Lajedo do Tabocal, Nova Itarana, Planaltino e Santa Inês.