Assine nosso RSS: Posts | Comentários
Buscar no site:
Wagner: Política ganha quem consegue juntar mais
Entrevista com o governador Jaques Wagner :
Em 2009, a Bahia ainda sentiu os efeitos da crise internacional, com significativa queda na receita. Ainda assim, acredita que o ano foi positivo para os baianos?
Jaques Wagner: Faço uma avaliação extremamente positiva, até porque, o ano de 2009, foi um ano que começou com a marca da maior crise internacional das últimas décadas e, portanto, era um ano que preocupava e preocupou o governo da Bahia. Nós tivemos um primeiro semestre duro, com perda de arrecadação e por conta disso tivemos que adiar a entrega de algumas obras, mas, fechamos 2009 muito bem, porque, geramos mais de 75 mil novos empregos só este ano e ao longo desses 2 anos e 11 meses foram 175 mil empregos, um número bastante expressivo, um número recorde. Para quem começou o ano, tendo o anúncio de uma crise sem precedentes, conseguimos superá-la a partir de medidas importantes de redução de impostos e estimulo aos empresários, fechamos o ano bem e com uma expectativa muito boa para 2010.
A segurança publica continua sendo um ponto nevrálgico no seu governo?
JW: A segurança é o tema mais candente e mais preocupante de qualquer governo e pra mim não é diferente. É uma preocupação do presidente da República e de todos os governadores de estado quando nos reunimos para discutir qualquer assunto. É claro que estamos tratando a segurança com as mais modernas técnicas, assim como, contratamos 3.200 soldados, estamos iniciando o treinamento de mais de 3.200, que irão para as ruas em maio ou junho de 2010, além de termos comprado um primeiro lote de viaturas com 540, que já entregamos, acabamos de licitar mais 640, que começa a ir para as ruas no final de janeiro, início de fevereiro, bem como, a contratação de 50 delegados e 100 peritos e escrivães. E vamos, dentro dos limites do orçamento, melhorar este contingente. Portanto, a nossa projeção hoje é intensificar o combate ao tráfico de drogas, melhorando a nossa inteligência através de convênios, como o que firmamos com o Ministério da Justiça e o FBI.
Vamos falar de política. O senhor aparece como favorito nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2010. A que atribui isso?
JW: Atribuo ao reconhecimento por parte da sociedade baiana, da nossa forma de fazer política, que inclui transparência e a preocupação básica em trabalhar pela melhoria da qualidade de vida das pessoas que mais precisam da atenção do Estado. Qual obra mais grandiosa que levar água a quem nunca a teve? Ou luz? Ou ensinar a ler e escrever? Considero essas ações como grandes realizações deste governo. Acho que a população reconhece e valoriza um governo que é transparente na gestão, francamente favorável e estimulador do diálogo e da participação da sociedade nas grandes decisões, um governo que prioriza o social sem descuidar dos grandes projetos estruturantes dentro de uma visão estratégica, sempre pensando no futuro.
Como está o arco de alianças?
JW: Eu digo sempre que, em política, ganha quem consegue juntar mais. É da minha natureza conversar com todos os que querem o bem da Bahia. Não sou de fechar portas, muito pelo contrário. Os que quiserem vir serão aceitos, desde que se comprometam com o nosso projeto de Bahia e de Brasil. Incorporamos muitos companheiros e companheiras que não estavam antes nessa caminhada, e serão bem vindos todos aqueles que entendam essa nova fase da vida baiana, em que os interesses da população estão acima de tudo.
O senhor acredita numa composição com o PMDB ou a ruptura é irreversível?
JW: O PMDB fazia parte do governo até que resolveu sair para tentar carreira solo. Não era esta a minha vontade, nem a vontade do presidente Lula, foi uma decisão do PMDB que deve ser respeitada. A Bahia inteira acompanhou o meu esforço ao longo de um ano ou mais para tentar manter a aliança. Fui muitas vezes criticado pela paciência com que tratei o assunto, mas este é o meu estilo e não vejo por que mudar. Quem tem projeto, quem tem consistência e sabe onde quer chegar, tem paciência para construir o caminho. Já disse ao presidente Lula e à ministra Dilma que não se preocupem com a Bahia. Teremos duas candidaturas na base de apoio ao presidente e eu encaro isso com absoluta naturalidade.
O presidente Lula tem mais de 80% de aprovação entre os baianos. De que forma isso pode influir na sucessão estadual?
JW: É óbvio que influencia positivamente. A população sabe que muito mais do que aliados do presidente Lula, somos parte do mesmo projeto. Estamos nessa caminhada há mais de 30 anos. Os baianos estão vendo o quanto ganharam com a sintonia em torno desse projeto de Brasil e de Bahia que coloca a nossa gente acima de qualquer outra coisa. Aprendi a fazer política na escola onde o presidente Lula é professor-doutor: o povo sempre em primeiro lugar. O eleitor reconhece isso, sabe quem é quem, sabe onde esteve cada um e tem demonstrado esse reconhecimento em todas as pesquisas feitas até agora.
Para finalizar: qual sua maior alegria e qual sua maior decepção destes três anos de governo?
JW: A principal alegria é ter a oportunidade histórica de pôr em prática tudo o que eu sempre acreditei ser possível fazer para melhorar a vida da nossa gente. É dar minha contribuição para diminuir a enorme desigualdade social que envergonha a Bahia. Sei que a jornada é muito longa e ainda falta muito para chegarmos ao ideal. Mas justamente por isso prefiro me animar com os resultados já colhidos e que são bastante expressivos. Não diria que há uma decepção, mas é claro que a gente sempre fica um pouco angustiado porque sabe que não vai conseguir fazer tudo. Pegamos um estado que ostentava alguns dos piores índices sociais do Brasil e estamos fazendo um trabalho de recuperação. Quando vejo meu povo de cabeça erguida, com dignidade, com esperança nos olhos e muito otimismo, percebo que estamos acertando. (Por Sócrates Santana)
Três morreram e oito ficaram feridos em colisão na BR 116
Três pessoas morreram, sendo uma delas, uma criança aparentando oito anos de idade, decorrência da colisão frontal de um automóvel Renault, de placa DXC 4914 de São Paulo-SP, com um Gol, de placa MPQ 0238. O acidente ocorreu por volta das 11h30 desta sexta-feira (8) na BR 116, aproximadamente 500 metros da Delegacia 10/3 da Policia Rodoviária Federal. No local do acidente morreram o motorista do Gol, Cleone Matos Nascimento, 28 anos e uma criança. Maria Matos Nascimento morreu quando era levada para o Hospital Geral Prado Valadares. Oito outras pessoas envolvidas no acidente foram encaminhadas para o hospital e duas delas permanecem internadas em estado grave. O trânsito na rodovia ficou interditado nos dois sentidos por quase duas horas. Equipes da Policia Rodoviária Federal, Samu e Bombeiros trabalharam no local. Segundo informações, o motorista do Renault teria sido o causador do acidente ao fazer uma ultrapassagem em local proibido.
Chiclete com Banana fez show em Ilhéus e estreou avião da banda
Depois de toda a celeuma criada em razão da anunciada suspensão [o que na verdade não ocorreu] do evento “Verão Chicleteiro”, em Ilhéus, por conta de uma ação do Ecad (direitos autorais), deferida pela Justiça, o show com a banda Chiclete com Banana aconteceu com casa cheia na noite de quinta-feira (7), no centro de convenções de Ilhéus. Indiferente aos problemas extra-palco, o guitarrista Bel e sua troupe, desembarcou no aeroporto Jorge Amado, a sua mais recente aquisição, uma aeronave Learjet 45, adquirida pela bagatela de R$ 17 milhões. O show assistido por muitos jequieenses, foi considerado 10 por quem esteve por lá.
Estiagem: Conquista permanece em emergência
Devido à insuficiência de chuvas nos últimos meses, aliada à falta de reservatórios naturais de água potável, o prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, decretou, no último dia 28 de dezembro, situação de emergência pelo prazo de noventa dias em toda região do semi-árido de Conquista, município do Centro Oeste baiano.
Os estragos causados pela seca atingem famílias dos distritos de Bate pé, Iguá, José Gonçalves, Pradoso, Cercadinho e Inhobim. A falta de chuvas fez baixar o nível da maioria das aguadas e prejudicou também o lençol freático da região, reduzindo consideravelmente a vazão nos postos tubulares, cacimbas e cisternas, dificultando o abastecimento de água necessário para o consumo humano.
A partir do Decreto, as Secretarias Municipais ficam autorizadas a adotarem ações e medidas urgentes necessárias para atender às famílias atingidas pela estiagem.
Pedágio na Salvador-Feira de Santana começará a ser cobrado em abril

A partir da primeira quinzena de abril, cerca de 40 mil carros que todos os dias trafegam pela BR-324 [a mais movimentada estrada da Bahia], devem começar a pagar pedágio para circular entre Salvador e Feira de Santana. É o início da cobrança do pedágio, que deve ficar em torno de R$ 1,40 em cada um dos dois postos de pedágio instalados entre Salvador e Feira.
O primeiro pagamento será em Simões Filho, ainda na Região Metropolitana de Salvador. A segunda praça de pedágio deve ser instalada em Amélia Rodrigues, já bem perto de Feira de Santana. Então, quem fizer o percurso de ida e volta entre Salvador e Feira, num dia útil, usando carro de passeio, em princípio, vai pagar R$ 5,60.












